Gosto do que escrevo porque todo abismo do mundo contém-se entre o que escrevo e o que sou. Antes de ser um castigo, este é o meu maior consolo.
Finalmente não precisamos mais viver o antigo conflito entre “ter” e “ser”, podemos meramente “parecer”. Depois de dar um viva comigo à sociedade do espetáculo, convido-o aos escritos aqui publicados.
Há dias sem esquinas…